De um país para outro: Quem são os atletas que mudaram de seleção em 2026?

De um país para outro: Quem são os atletas que mudaram de seleção em 2026?

Visando ter mais espaço nas seleções nacionais, alguns jogadores recentemente trocaram de seleção com o sonho de disputar a Copa do Mundo ou ser uma peça importante no elenco.

No Brasil, o caso mais conhecido é o do meia Maurício, do Palmeiras. Filho de pai paraguaio, ele deixou de ser elegível para a Seleção Brasileira e agora está apto para defender a Seleção Paraguaia.

Maurício foi chamado para a última Data FIFA, para enfrentar Grécia e Marrocos. A seleção do Paraguai estará na Copa do Mundo deste ano.

De um país para outro: Quem são os atletas que mudaram de seleção recentemente?
De um país para outro: Quem são os atletas que mudaram de seleção em 2026? (Foto: Cesar Greco/Palmeiras)

Conheça alguns jogadores que trocaram de seleção recentemente

Maurício não foi o primeiro e nem será o último a trocar de elegibilidade. Ele é apenas um de uma série de casos, conheça agora alguns atletas que vão representar outras seleções daqui pra frente.

É importante pontuar: uma vez confirmada a mudança, o jogador não poderá trocar novamente de seleção.

Conheça alguns casos de jogadores que trocaram de seleção recentemente:

Maurício (Palmeiras): Brasil > Paraguai

Paul Wanner (PSV): Alemanha > Áustria

Carney Chukwuemeka (Borussia Dortmund): Inglaterra > Áustria

Rani Khedira (Union Berlin): Alemanha > Tunísia

Marcelo Flores (Tigres): México > Canadá

Joel Piroe (Leeds): Holanda > Suriname

Ângelo Fulgini (Al-Taawoun): França > Nova Caledônia

Conheça a emenda que permite a mudança de seleção

A mudança de elegibilidade é permitida pela Emenda Munir, aprovada pela FIFA em 2021.

Anteriormente, qualquer jogador que entrasse em campo por uma seleção em uma partida oficial ficava vinculado a ela por toda a carreira. Isso impedia que atletas com poucos minutos em campo defendessem novos países com os quais possuíam fortes laços familiares ou de nascimento.

Para estar apto à troca, o jogador deve cumprir requisitos rígidos: ter no máximo 21 anos na data da sua última partida pela seleção anterior e ter disputado, no máximo, três jogos oficiais (excluindo fases finais de Copa do Mundo ou torneios continentais). Além disso, é necessário um intervalo de três anos sem convocações.

Essa flexibilização permitiu que nações com menos tradição buscassem talentos em centros maiores. É o caso das seleções africanas e caribenhas, que hoje aproveitam as diásporas para recrutar atletas formados na Europa, elevando o nível competitivo.

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